Friday, December 29, 2006
Thursday, December 28, 2006
Tuesday, December 26, 2006
Wednesday, December 20, 2006
Tuesday, December 19, 2006
O que somos.....

Conhecemo-nos por acaso, pensamos nós...
Mas terá sido um acaso, um simples acaso da vida?
Quebrámos barreiras quando nos encontrámos...
Criámos hábitos, trocámos rotinas.
Tudo para que pudéssemos matar a "sede" de estarmos um com o outro.
Mas na realidade, não podemos esquecer-nos quem somos. As nossas vidas e obrigações, assim fazem questão de nos relembrar...
Os planos marcados na hora e os encontros desmarcados no momento... faz tudo parte deste nosso mundo.
Mas duas certezas nós temos:
-Uma: sempre que podemos, queremos estar juntos...
-Outra: sabemos que não podemos estar sempre juntos...
E NUNCA esquecer o que promete-mos a ambos
Monday, December 18, 2006
sexta de noite
A noite de sexta...foi tudo que eu estava á espera.
Estava anciosa , pois queria esclarecer as coisas, saber o teu lado, o que podia esperera e se podia avançar....e foi tal como eu imaginei.
Soubeste entender-me, perceber-te os meus receios, o que precisava de te ouvir falar e nada fizeste para mudar o que eu esperava.
És um bom ouvinte, ouves-me sempre com toda a atenção, com os teus olhos nos meus, e com as tuas mãos a segurarem as minhas a darem-me confiança.
Fiquei sem receios, sem medos e com uma vontade enorme de prolongar a noite por mais horas, que não tivesemos que voltar para casa ......adorei a noite e adorei-te, e conheceste o "lago dos peixinhos"
Thursday, December 14, 2006
A canção no momento certo...

Eu gostava de olhar para ti
E dizer-te que és uma luz
Que me acende a noite, me guia de dia e seduz...
Eu gostava de ser como tu
Não ter asas e poder voar
Ter o céu como fundo, ir ao fim do mundo e voltar...
Eu não sei o que me aconteceu...
Foi feitiço!
O que é que me deu?
Para gostar tanto assim de alguém
Como tu...
Eu gostava que olhasses
para mim
E sentisses que sou o teu mar
Mergulhasses sem medo, um olhar em segredo, só para eu
Te abraçar...
Eu não sei o que me aconteceu...
Foi feitiço!
O que é que me deu?
Para gostar tanto assim de alguém
Como tu...
O primeiro impulso é sempre mais justo, é mais verdadeiro...
E o primeiro susto dá voltas e voltas na volta redonda de um beijo profundo...
Eu...
Eu não sei o que me aconteceu...
Foi feitiço!
O que é que me deu?
Para gostar tanto assim de alguém
Como tu...
Eu...
Não sei o que me aconteceu...
Foi feitiço!
O que é que me deu?
Para gostar tanto assim de alguém
Como tu...
Como tu...
Tuesday, December 12, 2006
valores

Desde criança que me habituei a ser "invadida" por "valores". "Valores" que deveriamos ter sempre presentes nas nossas atitudes para sermos felizes.
Mas o que é a felicidade enquanto sentimento assombrado por "valores"?!
Quem me convence que os "valores" têm para mim a mesma conotação que têm para quem mos incutiu?!
Ninguém.
Com o passar dos anos, com tudo o que já vivi, experiências de vida porque já passei, erros que cometi e atitudes que tomei, hoje tenho os meus próprios valores. Não os "valores" que me "inpingiram" quando não era auto-suficiente no pensamento, na vivencia e na acção?! Tenho os meus próprios. Aqueles que me deixam agir em liberdade. Aqueles que me permitem errar ou acertar. Aqueles que me permitem rir ou chorar. Aqueles que me permitem seguir os meus sentimentos. Aqueles que me permitem sonhar. Aqueles que me fazem acreditar. Os meus.
Sou adulta, penso por mim e enfrento as adversidades da vida à minha maneira. Sou como sou e aceita-me quem quer. Não sou os que os outros gostariam que eu fosse. Sou eu própria. Só assim me sinto feliz e capaz de amar.
Mas o que é a felicidade enquanto sentimento assombrado por "valores"?!
Quem me convence que os "valores" têm para mim a mesma conotação que têm para quem mos incutiu?!
Ninguém.
Com o passar dos anos, com tudo o que já vivi, experiências de vida porque já passei, erros que cometi e atitudes que tomei, hoje tenho os meus próprios valores. Não os "valores" que me "inpingiram" quando não era auto-suficiente no pensamento, na vivencia e na acção?! Tenho os meus próprios. Aqueles que me deixam agir em liberdade. Aqueles que me permitem errar ou acertar. Aqueles que me permitem rir ou chorar. Aqueles que me permitem seguir os meus sentimentos. Aqueles que me permitem sonhar. Aqueles que me fazem acreditar. Os meus.
Sou adulta, penso por mim e enfrento as adversidades da vida à minha maneira. Sou como sou e aceita-me quem quer. Não sou os que os outros gostariam que eu fosse. Sou eu própria. Só assim me sinto feliz e capaz de amar.
"o prometido é devido...aqui está...."





